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Veja as fotos das gêmeas Isabella e Helena filhas do cantor Luciano Camargo e Flávia Fonseca

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uciano-flavia-e-as-fofas-gemeas3Era uma vez um cantor de muito sucesso que encontrou o verdadeiro amor nos braços de uma arquiteta. A paixão do casal é tão intensa que eles se casam, vivem harmoniosamente e seis anos depois decidem ter filhos para esse amor ser ainda mais completo. Essa é a história de Luciano Camargo (37) e Flávia Fonseca (30), que recorreram à fertilização in vitro para realizar esse desejo, já que ele fizera vasectomia em 1997. Há seis meses, o casal recebeu o maior presente de suas vidas, a chegada das gêmeas Isabella e Helena. “As meninas são um mandado de Deus para abençoar de vez a minha felicidade e o meu casamento com a Fau”, diz Luciano.

Pai ainda de Wesley (21) e Nathan (16), de relacionamentos anteriores, o sertanejo, que faz dupla com o irmão Zezé Di Camargo (48), recebeu CARAS com exclusividade em sua mansão em Alphaville, na Grande São Paulo, para apresentar as suas pequenas.

- Você fez vasectomia antes de conhecer a Flávia. Como decidiu ser pai novamente?

Luciano – Desde que conheci a Fau, queria casar com ela e, lógico, ser pai de um filho dela. O sonho da Fau sempre foi ter uma menina. O meu era ter gêmeos. Digo que a mão de Deus está em tudo, pois realizamos nossos sonhos.

- O que mudou na sua vida com a chegada das meninas?

Luciano – Filho muda tudo. Você começa a ter outras preocupações. Das outras vezes que fui pai tinha 15 e 21 anos. Era garoto e não sabia a dimensão disso. Hoje eu já sei a responsabilidade de um pai. Estou curtindo isso com a Fau. Vivia uma felicidade plena com minha mulher, agora está ainda melhor. Fau teve uma complicação no parto e quase morreu.

- Como foi essa complicação?

Flávia – Tive um descolamento da placenta e meu parto foi complicado. Nos 18 dias em que as meninas ficaram na UTI, Luciano não saiu do meu lado. No começo, chorava o tempo todo. Agradeço a Deus pela saúde delas. Antes, agradecia pelo marido e agora, pelas meninas. Elas são duas gordas, espertas, inteligentes e ativas.

- Com quem elas se parecem?

Flávia – A Isabella é igual ao Luciano. Gosta da atenção voltada 100% para ela. A Helena se parece mais comigo. É calma e tranquila.

Luciano – Elas se parecem com a mãe porque são lindas. (risos)

- Luciano, o que você aprendeu com seus pais e faz questão de passar aos seus filhos?

- Sou de família humilde e meu pai ensinou o valor da união, a importância da família. Quero que elas tenham isso também.

- Como é a sua relação com seus outros filhos?

- É de amizade. Wesley cursa Engenharia em Goiânia e o Nathan ama música. Ano que vem ele virá morar comigo para estudar música. Eles têm liberdade para voar. Minha única preocupação é que eles não se envolvam com drogas, estudem e trabalhem. Sou um pai ausente que tenta ser presente na maioria dos momentos.

- Como é a Flávia mãe?

Luciano – Ela é uma supermãe. Desde o começo, ela fez questão até de lavar e passar as roupinhas das meninas. Ela poderia ter sido uma dondoca quando casou e não foi, podia ser uma mãe que delega funções, mas faz questão de agir.

Flávia -Sempre quis ser mãe de menina, pois o Nathan e o Wesley me bastam. Acho muito importante cuidar delas. Como voltei a viajar com o Luciano, quando estou em casa, me dedico à elas.

- E o Luciano como pai?

Flávia – Ele é perfeito demais, dá banho, mamadeira e me ajuda a cuidar delas. Sem contar que elas são vidradas nele.

- Pensam em ter mais filhos?

Luciano -Não, não. (risos) Duas está bom demais, além do mais, temos nossos cachorros, que são como filhos também. Nossa família está completa.

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O ex-menudo Roy Stephan volta ao cenário da música brasileira com dupla de forró Parayzo

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O ex-menudo Roy está de volta ao cenário da música brasileira. Mas num estilo diferente do que enlouquecia as adolescentes na década de 80. Roy Stephan ressurge ao lado da baiana Valéria Flor Cigana, com quem ele forma a dupla de forró Parayzo. Num papo descontraído, os dois falam um pouco da parceria.

Como vocês se conheceram?
Valéria: Estava em processo de gravação do meu primeiro CD e queria uma voz masculina cantando em espanhol. Roy foi convidado por um amigo em comum e topou vir a Salvador participar. Nosso encontro foi forte e emocionante. No aeroporto, pintou uma sinergia e fomos comer acarajé, que Roy chamava de jacaré. No dia seguinte, fomos ao estúdio e o trabalho rendeu.

As músicas do CD têm nomes sugestivos, como “Entre Toques e Carícias” e “Toques e Delírios”. É intencional a sensualidade?
Tivemos a preocupação de não fazer um CD com letras chulas, já tem muita música com duplo sentido. O disco tem um agarra e vem, um vuco-vuco, um pele na pele, um beija aqui, beija ali… Outro dia peguei um táxi no Rio, o motorista ouviu o CD e disse: “Nossa! Essa música me deixa louco, quando minha mulher ouvir vai ser uma maravilha!”

Os Menudos tinham coreografias marcantes. E vocês?
Roy: Queremos dançar e fazer dançar, não deixar ninguém parado.

Valéria, você era fã dos Menudos?
V: Naquela época era tanto hormônio… Nunca fui tiete de carteirinha, mas admirava. Charlie era meu preferido. Não vou mentir, mas agora é o Roy, né?

Vocês são apenas amigos ou estão namorando?
R: Mas por que todo mundo acha que não posso conviver com uma loura baiana sem misturar as coisas? (risos). Somos como ‘hermanitos’, confidentes.

Estão solteiros?
V: Estou sempre alerta (risos). Estou solteira, sim, mas nunca sozinha, pode escrever aí. Só quem me vê é o personal trainer e quando muito.
R: Estou ‘enamorado’ por uma baiana neste momento.

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