Cantora Sandy Leah se transforma em mais de 20 personagens para seu novo clipe ‘Quem eu sou’

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Sandy botou um vestidinho colado, marcou a cintura com uma faixa e fez o topetão no alto da cabeça para ficar a cara de Amy Winehouse para o clipe de “Quem eu sou”, uma das canções de seu álbum solo, “Manuscrito”. Segundo a coluna de Mônica Bergamo, na “Folha”, a cantora interpreta mais de 20 personagens no videoclipe, entre eles a bonequinha de luxo, personagem de Audrey Hepburn.

O clipe “Quem eu sou” foi gravado em um domingo, em Belo Horizonte, por cerca de doze horas com direção de Conrado Almada. A previsão de estreia do clipe é para este final de ano.

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Os garotos da banda Restart falam sobre os problemas com as calças coloridas e justas principal caracteristica visual da banda

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Em uma conversa descontraida com o Portal Caras, os garotos da banda Restart revelaram todos os problemas de usar as tão famosas calças coloridas e justas. “Já rasguei umas três calças”, revelou o guitarrista Koba. O guitarrista da banda, que já passou várias vezes por essa situação, foi o mais indicado pelos meninos para explicar como isso acontece. “A gente se mexe muito no palco e, ás vezes eu dou uns pulos loucos, aí rasga”, contou. Ele, que já passou por esse apuro, comenta qual é a sensação de ter um buraco na calça. “Legal que você rasga e fica todo sem graça, você vê a galera comentando”, se divertiu ao lembrar.

Outro que esteve na mesma situação foi o vocalista Pe Lanza, que também quis compartilhar esse seu momento. “Uma vez a gente tava tocando, aí eu dei um pulo e pensei ‘caramba que pulo legal’. Quando eu cheguei ao camarim eu entendi porque a galera tava rindo da minha cara, tinha um rombo tão grande na calça que quase dava pra ver a minha bunda (risos)”, contou ele.

A calça apertada também é um probleminha para Thomas, o baterista da banda. “Eu sou o pior. Coloco a calça apertada e não percebo. Eu sento na bateria e fico parecendo um robô, fica difícil pra tocar,” afirmou ele.
O único que parece se preocupar um pouco mais na hora de escolher sua calça é o também guitarrista e vocalista Pe Lu. Além do estilo, ele demonstrou buscar um pouco mais de conforto e já aproveitou para dar umas dicas para quem quer aderir à moda. “Tenho uma dica! Tem um material que a calça fica meio elástica, então se você quer ter uma banda e dar uns pulos, igual ao Koba, umas voadoras no meio do show, compra essas calças, aí não rasga e você não paga um mico de achar que tá abalando e, na verdade, a galera tá vendo um rombo na sua calça”, brincou.restart calça colorida

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Veja fotos do novo ensaio de Erich Pelitz, o galã de ‘Malhação’ galã

Não é à toa que Erich Pelitz é conhecido como a versão brasileira de Zac Efron. O ator, que viveu Victor em “Malhação ID”, está a cara do ídolo de “High School Musical” em um novo ensaio que fez. Até o jeito de galã é o mesmo, não?

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Fiuk fez um ensaio fotográfico super sensual (veja as fotos)para a revista ‘Contigo’

Se as meninas já babam quando Fiuk canta ou atua, elas vão ficar ainda mais apaixonadas quando virem o ensaio que ele fez para a revista “Contigo”. Ele entrou na água, fez cara sensual e até mostrou o torax e a barriguinha nas fotos (com uma camisa meio estranha…).
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Vocalista do Capital Inicial Dinho Ouro Preto falou sobre sua experiência com as drogas em entrevista ao ‘Jornal da Tarde’

dinhoRecuperado do acidente que sofreu ao cair de um palco em Minas Gerais, Dinho Ouro Preto falou, ao Jornal da Tarde, sobre a recuperação, os filhos (Giulia, 13, Bebel, 11, e Sussu, 7), e as drogas.

Segundo o músico, a fase mais difícil da sua vida, além do acidente, foi a época pré-retorno do Capital Inicial. “Eu era solteiro, não tinha banda. Uma vez um cara foi em casa e levou mescalina. Quando acordei, ele tinha levado todo meu dinheiro. Era uma época em que as bandas misturavam rock com música eletrônica. Entrei de sola nisso e todo o universo em volta, de ácido, ecstasy”, confessou ao jornal, para depois abrir o jogo sobre o que pensa de drogas hoje em dia.

“Uma vez fumei crack, queria ver como era, mas eu odiei, passei mal à beça. Foi uma vez só. Depois que fui ao fundo do poço, fui ao psiquiatra, tomei remédio. Com meus filhos, o assunto ainda não surgiu, ainda são pequenos. “Vou dizer a eles: “Não bebam, não fumem, não tomem drogas”. Apesar de achar que não vai ocorrer nenhuma das três coisas. O que se pode fazer é não demonizar o negócio, explicar quais os perigos”, completou.

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