Posts Tagged ‘Ajuda’

Fiuk causou tumulto ao chegar na porta do Hotel Copacabana Palace para o “12ª Prêmio Contigo!” onde levou o prêmio de Ator Revelação.

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O galã teen Fiuk causou o maior tumulto ao chegar a “12ª Prêmio Contigo!”, que acontece na noite desta segunda-feira, 3, no Hotel Copacabana Palace, Zona Sul do Rio. Ao pisar na calçada do hotel, o ator de “Malhação ID” foi cercado pelos fãs e precisou da ajuda dos seguranças para entrar Copacabana Palace.

Apesar de todo o assédio, no tapete vermelho, o filho de Fábio Junior negou o rótulo de galã. “Não me vejo como galã, mas as coisas mudaram para melhor. Estou trabalhando muito mais com a minha banda”, disse o ator, que levou o prêmio de Ator Revelação.

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Erich Pelitz o Vítor de “Malhação ID” diz em entrevista a revista Quem: “Mulheres só gostam dos caras errados”

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Erich Pelitz se destaca como o Vítor em “Malhação”, disputando o amor de Cristiana (Cristiana Peres) com Bernardo (Fiuk). O ator, de 19 anos, se mudou de São Paulo para o Rio de Janeiro por conta das gravações e contou a QUEM sobre as dificuldades que enfrenta por morar sozinho. Ele também afirma não se importar quando é apontado como o “Zac Efron brasileiro”.

Solteiro desde que trocou de cidade, Erich diz que não é tão bonzinho quanto seu personagem. “Já tive uma fase galinha, agora estou tranquilo. Não sou tão bonzinho quanto o Vítor. As mulheres só gostam dos caras errados”, acredita.

QUEM: Para atuar em “Malhação” você teve que trocar São Paulo pelo Rio. Está gostando?
Erich Pelitz:
Morava em São Paulo com meus pais. Tinha mordomia de não precisar lavar, passar, cozinhar. É bom morar sozinho. Estou aprendendo a cozinhar na marra, mas ainda tenho que ligar para mamãe (risos). Ligo para ela para ver como faz tudo.

QUEM: Você tem ajuda de alguém ou faz tudo?
EP:
Faço tudo, acredita? Sem faxineira, nem nada. Desde outubro do ano passado, quando começaram as gravações, estou nessa. Teve um dia que a única coisa que tinha em casa era um pacote de arroz, liguei pra minha mãe e ela ensinou passo a passo. Depois aprendi a lavar roupa. Jogo sabão para um lado, amaciante para o outro e fica limpinho. Não saio fedido, não (risos).

QUEM: E você está solteiro?
EP:
Estou solteiro desde que cheguei no Rio. Namorei durante um ano e meio antes de vir para cá, mas quando me mudei terminamos. Não ia dar para continuar. Quem diz que o amor entende à distância é porque nunca namorou à distância. É muito difícil.

QUEM: Tem algum tipo de mulher preferido?
EP:
Olha, eu nunca reparei idade, por exemplo. Reparo mais na pessoa. Tem que ser madura. Mas também que ser a partir dos 16 anos, né? Menos de 16 também não dá.

QUEM: Em “Malhação”, seu personagem é todo certinho. Você é assim também?
EP:
Não muito, viu? Ele é certinho demais. Quando o homem é certinho demais, as mulheres não dão bola. As mulheres não gostam dos certinhos. Mulher gosta de cachorrão. Mulheres só gostam dos caras errados.

QUEM: Certinho você disse que não é. Se considera galinha?
EP:
Não, não. Galinha também não, né (risos)? Já tive uma fase galinha, mas foi antes do namoro. Agora, estou super tranquilo.

QUEM: Você vem sendo apontado como o “Zac Efron brasileiro” por conta de sua semelhança física com ele. O que você acha disso?
EP:
Não me considero muito parecido. Mas ele é um bom ator, é bonitão e tenta atingir o mesmo público que eu. O público de “High School Musical” é parecido com o de “Malhação”. Mas me olhando no espelho, não me acho parecido com ele.

QUEM: Além de atuar, o Zac Efron também canta. Você se arrisca como cantor?
EP:
No chuveiro, canto muito bem. Fora dele, eu não me arrisco.

QUEM: Você sempre teve o sonho de trabalhar como ator?
EP:
Desde pequeno eu participei de testes, fiz trabalhos publicitários. Quando eu tinha 16 anos, tentei uma vaga na novela “Eterna Magia”, mas infelizmente não passei. Aí, quando as coisas não dão tão certo como a gente gostaria, a gente acaba desanimando. Teve uma época que meu sonho era participar de “Malhação”. Naquela época do Guilherme Berenguer, Juliana Didone, na fase da Vagabanda. Como eu não fazia nada significativo para chegar, eu acabei dando uma desencanada. Aí, passei a querer ser policial da Polícia Militar, decidi que ia estudar para isso. Minha mãe é que não gostava muito dessa ideia de me ver como policial.

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Banda Hori do vocalista Filipe Fiuk (filho de Fábio Jr.) lança seu primeiro CD neste domingo no Domingão do Faustão

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Já são seis anos investindo na carreira musical, Felipe Galvão — ou como preferem as fãs, Fiuk —, chega ao seu melhor momento e lança o primeiro CD da sua Banda Hori, no ‘Domingão do Faustão’. Depois de ouvir tantos comentários maldosos sobre seu talento, o “filho do Fábio Jr.” comemora o sucesso do grupo, formado por Xande, Max, Renan e Fê Campos, e mostra que veio para ficar.

“Falam que ser filho do cara ajuda, abre portas, mas não. Pelo contrário, é mais difícil. Sofri muito preconceito. Ninguém acreditava no trabalho da Hori. Achavam que era só mais uma banda de filho de famoso”, comenta Fiuk, que não teme comparações com Fábio Jr. “Me sinto honrado. Só que estou longe de chegar aos pés do meu pai. Sou um bebê ainda. Ainda tenho que ralar muito.”

Mas Fiuk pensa alto. “Me imagino daqui a 20 anos cantando para milhões de pessoas. Não quero nem sei fazer outra coisa”, afirma. Ele já começou com o pé direito. Galã teen de ‘Malhação ID’ na pele do protagonista Bernardo, ele já emplacou duas músicas na trilha da novela da Globo: a abertura ‘Quem Eu Sou’ e ‘Só Você’.

Comprometido com as gravações da novela, o ator tem virado noites e se dividido entre as cenas no Rio e os ensaios com a banda em São Paulo para dar conta das duas profissões. “Não sei de onde tiro esse meu bom humor”, diz no melhor estilo conquistador. Mas Fiuk não se importa com a rotina enrolada. Nem sua banda, pois sabe que o sucesso veio também depois de o vocalista entrar para a TV.

“Há três meses, fazíamos shows para 20 pessoas. Hoje são cinco mil. É louco isso”, conta o guitarrista Renan. Cheio de expectativas para o lançamento do CD ‘Hori’, Renan assume nervosismo. “Dá muito frio na barriga pensar que lançaremos no ‘Faustão’”, confessa ele, que ao lado dos outros quatro, compôs 12 das 14 músicas do CD.

Ao amigo global, eles não poupam elogios. “O Fiuk é muito humilde. Nós sabemos que muita gente vai ao show só para vê-lo, mas ele joga muito a favor da Hori. Ele sabe converter o assédio em fãs para a banda”, diz o baterista Xande. Inteligente, Fiuk planeja regravar ‘O Amor é Mais’, canção que compôs com o pai. O DNA comum, aliás, não para por aí. “Adoro a euforia das fãs. O que seria de nós sem vocês, mulheres? É a melhor coisa do mundo”, se despede, galanteador.

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O vocalista da banda Parangolé Leo Santana precisou da ajuda de uma Massagista após a maratona do carnaval baiano

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Após rebolar muito no carnaval Leo Santana precisou de uma mãozinha extra. O vocalista do Parangolé e voz do hit “Rebolation” contratou uma massagista para cuidar dos seus quadris, que ficaram doloridos de tanto que ele requebrou. Leo chegou a cantar trinta vezes a música em cima do trio elétrico — nos quatro dias de folia, ele remexeu o seu “rebolation” por 32 horas. Além da supermassagem, o bonitão de 21 anos tirou alguns dias de folga e está relaxando na Praia do Forte, na Bahia. Depois do relax, mais trabalho para ele e para a massagista: ele vai lançar duas outras canções “Quebradinha” e “Balacobaco”.

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